Governador eleito também quer cortar gastos reduzindo o número de secretarias e vendendo carros oficiais.
O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (31) que não vai morar no Palácio dos Bandeirantes, residência oficial do governo no Morumbi, Zona Sul da capital. Ele também prometeu cortar gastos reduzindo o total secretarias e de carros oficiais.
Os anúncios foram feitos pelas redes sociais. “Ali [Palácio dos Bandeirantes] será sede do trabalho, eu não vou residir no palácio”, declarou. O deslocamento entre a casa de futuro governador, no Jardim Europa, Zona Oeste, e o palácio vai ter que seguir um aparato de segurança, cujos detalhes ainda não foram definidos.
João Doria não será o primeiro governador de São Paulo a tomar essa decisão. Ex-governadores como Alberto Goldman, em 2010, e Paulo Maluf, em 1979, não moraram no Palácio dos Bandeirantes.
Segundo Doria, os funcionários que trabalham na área reservada para o governador e sua família no palácio vão ser remanejados.
“Vamos transferir para áreas onde eles possam ser úteis ao governo e possam, com seu trabalho, serem aproveitados em outras áreas de governo. O objetivo não é demitir ninguém que lá está, mas sim dar o aproveitamento a essas pessoas em áreas onde efetivamente serão úteis.”
A sede do governo de São Paulo também abriga 15 órgãos, onde trabalham 2 mil funcionários e onde há acervos importantes do estado. Desde 1977 o local é aberto à visitação pública.
Doria também pretende transformar outros dois palácios do governo - o Boa Vista, em Campos de Jordão, e o do Horto Florestal, na Zona Norte da capital - em centros culturais, autorizando a concessão, por exemplo, de restaurantes.
Redução de secretarias e venda de carros
Assim como fez quando foi eleito prefeito, Doria vem anunciando outras medidas de corte de gastos, como a diminuição do número de secretarias e de carros oficiais.
O governador eleito disse que pretende devolver e vender veículos para que os servidores do estado usem transporte por aplicativo nas cidades que contam com o serviço.
Os custos dessa substituição ainda não foram calculados. A medida também não é novidade no governo do estado. No ano passado, a gestão Geraldo Alckmin abriu concorrência pública para começar a substituição gradual de 25% da frota de veículos por serviços de aplicativos de automóveis.
O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (31) que não vai morar no Palácio dos Bandeirantes, residência oficial do governo no Morumbi, Zona Sul da capital. Ele também prometeu cortar gastos reduzindo o total secretarias e de carros oficiais.
Os anúncios foram feitos pelas redes sociais. “Ali [Palácio dos Bandeirantes] será sede do trabalho, eu não vou residir no palácio”, declarou. O deslocamento entre a casa de futuro governador, no Jardim Europa, Zona Oeste, e o palácio vai ter que seguir um aparato de segurança, cujos detalhes ainda não foram definidos.
João Doria não será o primeiro governador de São Paulo a tomar essa decisão. Ex-governadores como Alberto Goldman, em 2010, e Paulo Maluf, em 1979, não moraram no Palácio dos Bandeirantes.
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| Doria divulga vídeo no Facebook no qual afirma que não vai morar no Palácio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução/Facebook |
“Vamos transferir para áreas onde eles possam ser úteis ao governo e possam, com seu trabalho, serem aproveitados em outras áreas de governo. O objetivo não é demitir ninguém que lá está, mas sim dar o aproveitamento a essas pessoas em áreas onde efetivamente serão úteis.”
A sede do governo de São Paulo também abriga 15 órgãos, onde trabalham 2 mil funcionários e onde há acervos importantes do estado. Desde 1977 o local é aberto à visitação pública.
Doria também pretende transformar outros dois palácios do governo - o Boa Vista, em Campos de Jordão, e o do Horto Florestal, na Zona Norte da capital - em centros culturais, autorizando a concessão, por exemplo, de restaurantes.
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| Palácio dos Bandeirantes — Foto: Arquivo/ G1 |
Assim como fez quando foi eleito prefeito, Doria vem anunciando outras medidas de corte de gastos, como a diminuição do número de secretarias e de carros oficiais.
O governador eleito disse que pretende devolver e vender veículos para que os servidores do estado usem transporte por aplicativo nas cidades que contam com o serviço.
Os custos dessa substituição ainda não foram calculados. A medida também não é novidade no governo do estado. No ano passado, a gestão Geraldo Alckmin abriu concorrência pública para começar a substituição gradual de 25% da frota de veículos por serviços de aplicativos de automóveis.
Fonte: G1 SP
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